Investir também é coisa de mulher: Brasal promove encontro sobre finanças e autonomia
Evento promovido pela Brasal Incorporações reuniu especialistas para discutir investimentos na bolsa de valores e no mercado imobiliário, incentivando mulheres a assumirem protagonismo nas decisões financeiras.
A presença feminina no mercado financeiro brasileiro está em crescimento, e cada vez mais mulheres têm buscado conhecimento para investir, planejar o futuro e conquistar independência financeira.
Dados da B3, a bolsa de valores do Brasil, mostram que 1,48 milhão de mulheres tinham posição em produtos de renda variável em fevereiro de 2026, o equivalente a 26,7% do total de investidores. O número representa um crescimento de 8% em relação ao mesmo período do ano anterior. Nos últimos cinco anos, a participação feminina nesse mercado aumentou 83,4%.
Esse cenário revela não apenas a expansão do interesse das mulheres por investimentos, mas também uma mudança importante na forma como elas se relacionam com o dinheiro, o planejamento e a construção do próprio futuro.
Foi com esse propósito que a Brasal Incorporações realizou, em Uberlândia, o evento Envolva-se — um encontro que reuniu mulheres interessadas em aprender mais sobre investimentos e tomar decisões mais estratégicas sobre suas finanças.
Uma conversa aberta sobre investimentos
A noite foi conduzida por Tomaídes Rosa, sócia da Trust Mentoring, e contou com a participação de Lu de Souza, fundadora do Clube Moeda de Troca, e Kamila Felix, fundadora da Inovare Negócios.
Durante o encontro, elas compartilharam experiências, estratégias e reflexões sobre mercado, posicionamento e geração de valor, abordando oportunidades tanto na bolsa de valores quanto no mercado imobiliário.
Um dos pontos centrais da conversa foi justamente desmistificar o tema dos investimentos. Segundo Tomaídes Rosa, muitas pessoas ainda acreditam que investir é algo complexo ou distante da realidade.
“Existe a ideia de que investimento precisa ser algo grandioso ou que a pessoa precisa estar totalmente preparada para começar. Mas qualquer pessoa, em qualquer faixa de renda, pode investir. O importante é dar o primeiro passo e começar a construir o próprio futuro.”
Ela também ressaltou o papel do mercado imobiliário como uma alternativa acessível para diferentes perfis de investidores.
Investimento como ferramenta de liberdade
Para Lu de Souza, falar de investimentos com mulheres também é falar sobre autonomia.
“Quando falamos de finanças e investimentos, estamos falando também de liberdade de escolha. Investir permite que as mulheres tenham mais autonomia para decidir sobre diferentes áreas de suas vidas.”
Lu também destacou a importância da parceria com a Brasal na realização da iniciativa.
“A Brasal é uma grande parceira das ações do Clube Moeda de Troca e tem um papel importante ao incentivar esse tipo de conversa.”
Já Kamila Felix reforçou que o mercado imobiliário tem se tornado cada vez mais acessível para quem deseja começar a investir.
“Hoje vemos oportunidades mais acessíveis para quem quer iniciar nesse mercado. O mais importante é entender que investir é possível e que as mulheres podem e devem fazer parte desse movimento.”
Mais conhecimento, mais autonomia
Além de compartilhar conhecimento sobre investimentos, o encontro também trouxe uma reflexão importante: a independência financeira amplia as possibilidades de escolha na vida das mulheres.
Quando dominam temas relacionados a dinheiro, planejamento e patrimônio, elas conquistam mais liberdade para decidir sobre carreira, projetos pessoais e planos de longo prazo.
Para a coordenadora de marketing da Brasal, Gabriela Zago, promover espaços de diálogo e aprendizado é uma forma de incentivar essa transformação.
“Nosso objetivo foi criar um ambiente de troca e aprendizado, onde as mulheres se sintam encorajadas a falar sobre dinheiro, entender as oportunidades e perceber que investir também pode e deve fazer parte de seus planos de vida.”
Ao promover o evento, a Brasal reforça seu compromisso com iniciativas que incentivam conhecimento, conexões e protagonismo, contribuindo para que mais mulheres se sintam preparadas para assumir o controle de suas escolhas e construir o próprio futuro.
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