
Na China, por exemplo, o serviço de mensagens instantâneas QQ recebeu um bilhão de visitas relacionadas com a expedição 206, disse Anne Carelli, gerente sênior de comunicações digitais da Coca-Cola.
Conceituado como um esforço global que seria coordenado por uma equipe em Atlanta, mas ativamente administrado com a ajuda dos mercados individuais, o programa forçou muitos mercados locais a entrarem no espaço digital e de mídia social pela primeira vez. Foi também necessária uma maior colaboração entre as relações públicas e o marketing, o que acentuou o interesse da Coca-Cola na criação de programas globais que sejam localmente relevantes.
A campanha aumentou a presença da marca no Facebook em mercados como a Nova Zelândia, Argentina, Ucrânia e Uruguai, onde muitas vezes equipes locais se conectaram a blogueiros influentes afim de promover o programa. Já no Twitter, a expedição conquistou somente 1.800 seguidores, porém, em um nível local obteve relativo sucesso – na República Dominicana e em outros países foram criados perfis especialmente para documentar as visitas.
Para iniciar o programa, 60 candidatos foram selecionados com base em sua capacidade de mobilização online, em seguida, 18 indivíduos foram levados para Atlanta (sede mundial da Coca-Cola) para entrevistas. A partir daí, nove candidatos, três grupos de três, foram finalmente encarregados de promover a si próprios para os consumidores, que determinaram os vencedores em uma votação online.
O trio visitou 186 países, e não o 206, como a empresa havia planejado. Parte devido a preocupações com a segurança em países como Iraque e Afeganistão. E parte deveu-se à logística. Cada embaixador precisou tirar cerca de 85 vistos e passaportes.
Fonte: MídiasSociais
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